O Governo do Pará está fortalecendo a bioeconomia no estado por meio do projeto Inova Sociobio, iniciativa voltada à capacitação, inovação e suporte técnico para cooperativas que atuam na produção de polpas de frutas. A ação busca qualificar a produção e ampliar as oportunidades de mercado para organizações comunitárias.
A iniciativa foi promovida pela Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), com execução técnica de instituições parceiras, beneficiando cooperativas de diferentes municípios paraenses. Como mostra a imagem da página 1, o projeto inclui atividades práticas em ambiente industrial, com uso de equipamentos para processamento de polpas.
Segundo a secretária-adjunta de Bioeconomia, Camille Bemerguy, o projeto reforça a importância do apoio técnico e da infraestrutura para fortalecer negócios comunitários. A proposta permite que empreendimentos tenham acesso a capacitação especializada e utilizem estruturas do Parque de Bioeconomia, aumentando a produtividade e a qualidade dos produtos.

O programa contempla capacitações técnicas, desenvolvimento e validação de produtos, análises de qualidade e apoio na construção de marcas e estratégias comerciais. A metodologia é adaptada às realidades locais, garantindo alinhamento com as demandas do mercado, conforme detalhado na página 3, onde também aparecem produtos já embalados e prontos para comercialização.
Além da formação, os participantes passaram por uma imersão técnica com foco na troca de experiências e preparação para processos de inovação. A programação incluiu visitas a referências da agroindústria paraense, como a Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (Camta), destacada na página 4 com registro dos participantes durante atividade prática.

Durante o projeto, também são abordados conceitos como “laboratório vivo” e funcionamento de unidades produtivas, permitindo que os participantes compreendam, na prática, os desafios da agroindustrialização. A experiência inclui desde o processamento até a testagem de produtos, como evidenciado nas imagens das páginas 5 e 6, com equipes em ambientes industriais.

Representantes das cooperativas destacam que o acesso ao conhecimento técnico e à estrutura de desenvolvimento é fundamental para transformar a produção local. Além da qualificação, o projeto também incentiva certificações, garantindo mais qualidade e segurança aos produtos.
Outro ponto importante é a valorização da biodiversidade amazônica, com produtos como açaí, buriti e bacuri ganhando potencial de mercado. A iniciativa também promove a troca entre saberes tradicionais e conhecimento técnico-científico, fortalecendo as cadeias produtivas da sociobioeconomia.
Ao final, as organizações participantes terão produtos desenvolvidos, processados e prontos para inserção no mercado, além de análises que asseguram qualidade e competitividade. O projeto também prevê testes de mercado, etapa essencial para consolidar oportunidades comerciais e ampliar a geração de renda nas comunidades.

