Secretário de Assistência Social e Direitos Humanos de Rio Branco cobra regularização de repasses federais

Por Redação Planeta Amazônia

Representantes da Força de Proteção do Sistema Único de Assistência Social (FORSUAS) e da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) reuniram-se, na manhã desta terça-feira (6), com o secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz, e com o coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, para discutir os impactos da alagação que atingiu Rio Branco no fim de 2025.

Durante o encontro, foi apresentado o plano municipal de resgate e acolhimento de famílias desabrigadas, além das ações desenvolvidas pelo município no atendimento emergencial às pessoas afetadas pela cheia. Na ocasião, o secretário municipal aproveitou para cobrar da representante do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) a regularização de repasses federais que estão em atraso.

João Marcos Luz destacou a situação da Casa do Migrante, mantida majoritariamente com recursos próprios do município, e ressaltou a dificuldade de continuidade do serviço sem o apoio financeiro da União. Segundo ele, a Prefeitura de Rio Branco tem arcado com cerca de 70% dos custos da unidade, que acolhe migrantes, principalmente venezuelanos.

“Temos bancado a Casa do Migrante com recursos próprios. O prefeito Tião Bocalom tem investido recursos e faz questão de que atendamos bem, com humanidade, nossos irmãos venezuelanos, mas a Prefeitura não tem condições de continuar arcando com a maior parte dos custos”, afirmou o secretário.

De acordo com João Marcos Luz, a representante da FORSUAS, Ana Carolina, demonstrou sensibilidade diante da situação apresentada e garantiu a liberação de recursos federais que deveriam ter sido repassados ainda em 2025. Segundo o gestor, ficou assegurado que os valores referentes ao segundo semestre do ano passado e à parcela do primeiro semestre de 2026 serão depositados ainda neste mês de janeiro.

“O cofinanciamento está atrasado desde o ano passado, mas recebemos a garantia de que os recursos serão regularizados agora”, concluiu o secretário.

By emprezaz

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